Dono de lancha presta novo depoimento
A Polícia Civil ouviu nesta terça-feira (2) o proprietário da lancha utilizada pelo grupo de amigos que participava de uma confraternização em Ilhabela antes do desaparecimento de Dheorge Bernardino e Bruna Damaris Silva durante um passeio de moto aquática.
Com o novo depoimento, já são nove pessoas ouvidas no inquérito que busca esclarecer as circunstâncias da tragédia. O caso resultou na morte de Dheorge por afogamento e deixou Bruna à deriva no mar por aproximadamente 42 horas, até ser localizada e resgatada com vida.
Entre os depoentes estão três amigos de Dheorge, Bruna e três amigas dela, além de um homem conhecido como Neto Mineiro. Ele é apontado como responsável por intermediar o aluguel da casa onde o grupo estava hospedado e auxiliar na compra de alimentos para a confraternização.
Segundo informações divulgadas pela TV Vanguarda, o depoimento do proprietário da embarcação durou cerca de uma hora e meia. O conteúdo da oitiva não foi divulgado pelas autoridades, que mantêm o sigilo das investigações.
A Polícia Civil trabalha para reconstruir todos os momentos que antecederam o desaparecimento do casal e identificar possíveis responsabilidades. Paralelamente, a Marinha do Brasil conduz um inquérito administrativo para apurar as circunstâncias do acidente envolvendo a moto aquática.
A defesa de Neto Mineiro informou que um dos depoimentos já prestados foi retificado. De acordo com os advogados, a alteração ocorreu em razão de divergências sobre a forma como Dheorge teve acesso à moto aquática. Uma das principais linhas de investigação é determinar se o veículo foi utilizado com autorização ou sem o consentimento do responsável.
Até o momento, a versão apresentada por Neto Mineiro sustenta que Dheorge teria pegado as chaves da moto aquática sem seu conhecimento e sem autorização antes de sair para o passeio.
O caso continua sendo investigado e a Polícia Civil não descarta a realização de novos depoimentos nos próximos dias. A expectativa é que os próximos passos da apuração ajudem a esclarecer as circunstâncias que levaram à tragédia que comoveu moradores do Litoral Norte paulista.
io em Ilhabela: dono de lancha presta depoimento e polícia aprofunda investigação sobre morte em passeio de moto aquática
A Polícia Civil ouviu nesta terça-feira (2) o proprietário da lancha utilizada pelo grupo de amigos que participava de uma confraternização em Ilhabela antes do desaparecimento de Dheorge Bernardino e Bruna Damaris Silva durante um passeio de moto aquática.
Com o novo depoimento, já são nove pessoas ouvidas no inquérito que busca esclarecer as circunstâncias da tragédia. O caso resultou na morte de Dheorge por afogamento e deixou Bruna à deriva no mar por aproximadamente 42 horas, até ser localizada e resgatada com vida.
Entre os depoentes estão três amigos de Dheorge, Bruna e três amigas dela, além de um homem conhecido como Neto Mineiro. Ele é apontado como responsável por intermediar o aluguel da casa onde o grupo estava hospedado e auxiliar na compra de alimentos para a confraternização.
Segundo informações divulgadas pela TV Vanguarda, o depoimento do proprietário da embarcação durou cerca de uma hora e meia. O conteúdo da oitiva não foi divulgado pelas autoridades, que mantêm o sigilo das investigações.
A Polícia Civil trabalha para reconstruir todos os momentos que antecederam o desaparecimento do casal e identificar possíveis responsabilidades. Paralelamente, a Marinha do Brasil conduz um inquérito administrativo para apurar as circunstâncias do acidente envolvendo a moto aquática.
A defesa de Neto Mineiro informou que um dos depoimentos já prestados foi retificado. De acordo com os advogados, a alteração ocorreu em razão de divergências sobre a forma como Dheorge teve acesso à moto aquática. Uma das principais linhas de investigação é determinar se o veículo foi utilizado com autorização ou sem o consentimento do responsável.
Até o momento, a versão apresentada por Neto Mineiro sustenta que Dheorge teria pegado as chaves da moto aquática sem seu conhecimento e sem autorização antes de sair para o passeio.
O caso continua sendo investigado e a Polícia Civil não descarta a realização de novos depoimentos nos próximos dias. A expectativa é que os próximos passos da apuração ajudem a esclarecer as circunstâncias que levaram à tragédia que comoveu moradores do Litoral Norte paulista.

