Sobrinho de ex-patroa é preso e três investigados estão detidos pela morte de cozinheira em Ubatuba
Rubens Baracho/Portal Meon – O sobrinho da ex-patroa da cozinheira Berenice Ramos de Aguiar foi preso pela Polícia Civil nesta terça-feira (4), em Ubatuba, no Litoral Norte de São Paulo. O homem era alvo de um mandado de prisão preventiva e estava sendo procurado desde a conclusão do inquérito que apura a morte da cozinheira.
Com a prisão, os três investigados no caso estão detidos. Além do sobrinho, também estão presos a ex-patroa de Berenice e o atual companheiro dela, um policial militar da reserva. As prisões são preventivas e os envolvidos são investigados por participação no homicídio.
Sobrinho se apresentou à polícia
Segundo a Polícia Civil, investigadores foram até a residência do sobrinho da ex-patroa durante a tarde desta terça-feira para cumprir o mandado judicial. O homem, porém, não foi encontrado inicialmente no imóvel.
Cerca de dez minutos depois, o advogado do investigado entrou em contato com a equipe policial e informou que ele se apresentaria. Após a apresentação, os policiais cumpriram a ordem de prisão preventiva.
A prisão ocorre um dia depois de a Polícia Civil prender o companheiro da ex-patroa, um policial militar da reserva de 55 anos, também investigado no caso. Ele foi localizado em uma residência na região da Praia do Estaleiro, em Ubatumirim, em Ubatuba.
Investigação sobre a morte de Berenice

Berenice Ramos de Aguiar, de 60 anos, era cozinheira e havia desaparecido em Ubatuba. A investigação ficou sob responsabilidade da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de São Sebastião.
Com a conclusão do inquérito, a Polícia Civil pediu à Justiça a prisão preventiva dos três investigados. O Ministério Público se manifestou favoravelmente aos pedidos, que foram acolhidos pela Justiça.
A ex-patroa da cozinheira já estava presa temporariamente e teve a prisão convertida em preventiva. O companheiro dela e o sobrinho também tiveram a prisão preventiva decretada.
As autoridades ainda investigam a participação individual de cada um dos três no crime. A prisão preventiva não representa condenação, e os investigados terão o caso analisado pela Justiça.
Caso segue na Justiça
Com os três investigados presos, a investigação entra em uma nova etapa. O inquérito concluído pela DIG foi encaminhado ao Ministério Público, que analisará os elementos reunidos durante a apuração.
O caso continua sob investigação judicial, e eventuais responsabilidades criminais deverão ser definidas ao longo do processo.
