20/05/2026

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Doenças Hepáticas seguem sendo um desafio

As doenças hepáticas seguem entre os principais desafios de saúde pública no Brasil e no mundo, muitas vezes com evolução silenciosa e diagnóstico tardio — fatores que dificultam o tratamento e aumentam o risco de complicações graves.

Dados do Ministério da Saúde apontam que o país já registrou mais de 826 mil casos de hepatites virais desde 2000, com predominância dos tipos B e C. Essas infecções podem evoluir para cirrose e câncer de fígado. A estimativa é de que cerca de 1,5 milhão de brasileiros convivam com o vírus sem diagnóstico.

Diante desse cenário, especialistas reforçam a importância da detecção precoce e da ampliação do acesso aos exames. A oferta de testagens rápidas e a qualificação contínua dos profissionais de saúde são estratégias consideradas essenciais para identificar casos ainda nas fases iniciais da doença.

O acompanhamento de pacientes com doenças hepáticas exige atuação multidisciplinar, envolvendo médicos, enfermeiros, psicólogos, nutricionistas e outros profissionais, garantindo cuidado integral desde o diagnóstico até o tratamento.

“A evolução silenciosa dessas doenças exige atenção constante. O diagnóstico precoce é fundamental para evitar que os casos avancem para quadros mais graves”, destaca a secretária de Saúde, Lúcia Reale.

Além das hepatites virais, também cresce a preocupação com a doença hepática gordurosa associada ao metabolismo, ligada a fatores como obesidade, sedentarismo e alimentação inadequada. O consumo excessivo de álcool segue como outro importante fator de risco.

A orientação é que a população procure atendimento de saúde ao apresentar sintomas ou em caso de dúvidas, já que muitas dessas doenças podem permanecer assintomáticas por longos períodos. O diagnóstico precoce continua sendo a principal ferramenta para reduzir complicações e salvar vidas

Fonte PMI 📸 USP
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